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Protótipo de demonstração tecnológica — candidato fictício, sem afiliação com campanhas reais.
99.999 · Deputado Estadual · Paraná
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Segurança pública

Integração total entre as forças de segurança, dados abertos e valorização dos agentes para reduzir o crime no Paraná com metas mensuráveis.

O problema

O Paraná fechou 2025 com taxa estimada de 19,4 homicídios por 100 mil habitantes e índice de esclarecimento de homicídios em torno de 38% — a maioria dos casos não chega a denúncia. Parte do problema é estrutural: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e mais de cem guardas municipais operam sistemas que não conversam entre si. O boletim registrado em Londrina não dialoga com a base de Cascavel, e as estatísticas oficiais saem com meses de atraso. Na faixa de fronteira — que abrange 139 municípios paranaenses —, Foz do Iguaçu e Guaíra, no Oeste, concentram rotas de contrabando e roubo de cargas que exigem inteligência integrada — hoje inexistente na escala necessária.

O que Harvey Pigatto propõe

Integração de dados e sistemas

Harvey Pigatto propõe um Centro Integrado de Comando e Controle estadual, com núcleos regionais em Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa, e um boletim de ocorrência unificado desenvolvido pela Celepar. Ocorrência registrada em qualquer cidade — por PM, Polícia Civil ou guarda municipal — alimenta a mesma base, em tempo real. As estatísticas criminais serão publicadas em painel aberto, mês a mês, por município e tipo de crime, com metodologia auditável pelo TCE-PR. Alocação de efetivo e viaturas deixa de ser intuição e passa a ser decisão baseada em dado.

Valorização de quem faz a segurança

Sem gente valorizada, nenhum sistema funciona. O candidato defende plano de carreira com critérios objetivos de progressão para as três polícias estaduais, programa permanente de saúde mental com atendimento sigiloso e ciclo regular de reposição de coletes, armamento e viaturas, com calendário público de compras.

Fronteira Oeste como prioridade

Para a faixa de fronteira, a proposta é um núcleo integrado permanente em Foz do Iguaçu, videomonitoramento com leitura de placas nos principais eixos do Oeste — incluindo os acessos a Guaíra e Umuarama — e protocolo formal de cooperação com as forças federais que atuam na região.

Compromissos

  1. Boletim de ocorrência unificado em 100% dos municípios até o 2º ano de mandato — base única desenvolvida pela Celepar, integrando PM, Polícia Civil, Polícia Científica e guardas municipais.
  2. Painel público de estatísticas criminais, atualizado mensalmente, já no 1º ano — dados por município e tipo de crime, com metodologia auditável pelo TCE-PR.
  3. Elevar o esclarecimento de homicídios de 38% para 55% até o fim do mandato — com reforço de perícia na Polícia Científica e cruzamento automático das bases integradas.
  4. Saúde mental disponível para 100% dos agentes até o 3º ano — atendimento sigiloso e contínuo, com meta de reduzir afastamentos por transtornos psíquicos em 20%.
  5. Núcleo integrado de fronteira operando em Foz do Iguaçu até o 2º ano — com videomonitoramento e leitura de placas nos eixos de acesso a Guaíra e ao Oeste.

Ficou com dúvida sobre esta pauta?

O THIAGO (assistente de IA) responde com base no plano de governo.