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Protótipo de demonstração tecnológica — candidato fictício, sem afiliação com campanhas reais.
99.999 · Deputado Estadual · Paraná
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Educação

Ensino técnico integrado ao médio em todas as regiões do Paraná e internet de verdade nas escolas rurais, com metas claras e prazos definidos.

O problema

O Paraná forma poucos técnicos onde a economia mais precisa deles. Hoje, apenas cerca de 16% dos matriculados no ensino médio da rede estadual cursam formação técnica integrada, enquanto a agroindústria do Oeste, o polo de tecnologia de Londrina e Maringá e a cadeia logística ligada aos Portos de Paranaguá e Antonina relatam dificuldade crônica para contratar mão de obra qualificada. O resultado é conhecido: o jovem conclui o médio sem profissão e o emprego qualificado fica sem candidato.

No campo, o quadro é pior. Levantamentos da própria rede indicam que cerca de 600 escolas rurais paranaenses ainda operam com conexão abaixo de 20 Mbps ou sem internet estável, sobretudo no Norte Pioneiro, no Sudoeste e na região de Guarapuava. Sem banda larga, não há laboratório que funcione nem professor que consiga usar tecnologia em sala.

O que Harvey Pigatto propõe

Ensino técnico com endereço certo

Harvey Pigatto propõe que a Seed-PR, em parceria com a UTFPR e o IFPR, expanda o ensino técnico integrado ao médio a partir das vocações econômicas de cada região, não de um catálogo genérico. Agroindústria e bioenergia no Oeste e no Sudoeste; tecnologia da informação na RMC, em Londrina e em Maringá; logística e comércio exterior no eixo Ponta Grossa–Paranaguá; alimentos nos Campos Gerais. As instituições de ensino superior entram com currículo, certificação e formação docente; o Estado, com estrutura e vagas.

O candidato defende ainda a criação de comitês regionais permanentes, reunindo Seed-PR, IDR-Paraná e JUCEPAR, para revisar anualmente a oferta de cursos: fecha-se o que não gera emprego, abre-se o que o mercado regional demanda.

Escola rural conectada

Na conectividade, a proposta é objetiva: contrato de banda larga com meta mínima de 100 Mbps por escola, gerido pela Celepar, com indicadores de cumprimento publicados em painel aberto e auditável pelo TCE-PR. Cada uma das cerca de 600 escolas hoje sem conexão adequada recebe laboratório de informática renovado, e cada professor, formação prática em tecnologia educacional, porque cabo sem gente treinada é dinheiro parado.

Compromissos

  1. Dobrar as matrículas do ensino técnico integrado, de 16% para 32% da rede estadual, até o 4º ano de mandato, com convênios firmados com a UTFPR e o IFPR já no 1º ano.
  2. Levar banda larga de no mínimo 100 Mbps a 100% das escolas rurais até o 3º ano de mandato, com execução da Celepar e painel público de acompanhamento.
  3. Abrir 40 novos cursos técnicos alinhados às vocações regionais até o 2º ano de mandato, priorizando agroindústria, tecnologia e logística.
  4. Renovar os laboratórios de informática de 600 escolas rurais até o 3º ano de mandato, condicionando cada entrega à conexão já instalada.
  5. Certificar 10 mil professores em tecnologia educacional até o 2º ano de mandato, em formação prática conduzida com apoio da UTFPR e do IFPR.

Ficou com dúvida sobre esta pauta?

O THIAGO (assistente de IA) responde com base no plano de governo.