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99.999 · Deputado Estadual · Paraná
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Saúde

Menos fila, mais atendimento. Teto de espera por especialistas, mutirões regionais e telessaúde nas 22 Regionais de Saúde do Paraná.

O problema

O Paraná acumula cerca de 180 mil pessoas na fila por consultas com médicos especialistas no SUS estadual. Em especialidades como oftalmologia, ortopedia e cardiologia, o tempo médio de espera ultrapassa 10 meses em regiões como o Norte Pioneiro e o Centro-Sul. O problema não é apenas falta de médico — é má distribuição. Enquanto Curitiba e a RMC concentram perto de 60% dos especialistas do estado, municípios de pequeno porte no Sudoeste e nos Campos Gerais dependem de deslocamentos de mais de 150 km para uma única consulta. Paciente que espera demais chega pior ao tratamento e custa mais ao sistema.

O que Harvey Pigatto propõe

Harvey Pigatto trata fila de espera como problema de gestão, não de discurso. A proposta se organiza em três frentes, articuladas com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e as 22 Regionais de Saúde.

Teto de espera e mutirões regionais

O candidato defende a criação, por lei estadual, de um teto de espera por especialidade, com prazos públicos, fiscalização do TCE-PR e divulgação mensal dos indicadores. Para zerar o passivo atual, propõe mutirões regionais de consultas e cirurgias eletivas em polos como Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Guarapuava, contratando a capacidade ociosa de hospitais universitários e filantrópicos.

Consórcios intermunicipais fortalecidos

Município pequeno não sustenta especialista sozinho. Harvey Pigatto propõe ampliar o cofinanciamento estadual dos consórcios intermunicipais de saúde, condicionado a metas de produção e à integração das agendas em um sistema único de regulação, operado em conjunto com as Regionais de Saúde.

Telessaúde para o interior

Para levar o especialista aonde ele não chega fisicamente, o plano prevê polos de teleconsulta instalados em unidades básicas de saúde de pequenos municípios, conectados pela infraestrutura da Celepar. O paciente de Umuarama, de Foz do Iguaçu ou do interior dos Campos Gerais faz a teleconsulta na própria cidade, com apoio de um profissional de enfermagem local, e só se desloca quando o caso exige atendimento presencial.

Compromissos

  1. Reduzir em 50% a fila de espera por especialistas até o 3º ano de mandato, com mutirões regionais trimestrais nas macrorregiões de saúde do estado.
  2. Aprovar teto legal de espera de 60 dias para consultas prioritárias até o 2º ano de mandato, começando por oncologia e cardiologia, com painel público de acompanhamento.
  3. Instalar 100 polos de teleconsulta em municípios com menos de 20 mil habitantes até o fim do mandato, em parceria com a Sesa e a Celepar.
  4. Ampliar em 30% o repasse estadual aos consórcios intermunicipais de saúde já no 1º ano, condicionado a metas auditáveis de produção de consultas e exames.

Ficou com dúvida sobre esta pauta?

O THIAGO (assistente de IA) responde com base no plano de governo.